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Ato das centrais sindicais em defesa de Zé Maria e todos que lutam pela Palestina ocorre no dia 14

As centrais sindicais brasileiras vão estar juntas na defesa de todos àqueles que lutam pela causa palestina, em especial o companheiro Zé Maria, do PSTU. O ato ocorrerá na Faculdade de Direito da USP, na quinta-feira (14), a partir das 19h. 

Zé Maria enfrenta uma condenação de dois anos de prisão, após ter sido acusado de “racismo”. A motivação do processo foi um discurso que o presidente nacional do PSTU proferiu em um ato contra o genocídio que Israel pratica na Palestina.

A decisão da Justiça tem claros indícios do lobby sionista, que visa criminalizar todos aqueles que se colocam contra os crimes da ocupação israelense, muitos deles já apontados pelo Tribunal Penal Internacional.

A mobilização também exigirá liberdade imediata para Thiago Ávila e Saif Abukeshek, ambos ativistas continuam presos pelos sionistas que os sequestraram em águas internacionais durante a realização da Flotilha, ação humanitária para Gaza.

Outro ponto importante é a denúncia ao projeto de lei (PL) 1424/26, de autoria da deputada Tabata Amaral, que abre brechas para que qualquer crítica a Israel possa ser considerada como ato antissemita.

A atividade que será realizada no Salão Nobre da Faculdade já tem a presença confirmada dos deputados federais Sâmia Bonfim (PSOL), Lindbergh Farias (PT), Rui Falcão (PT), além da vereadora Mariana Conti (PSOL) e do jornalista Breno Altmann. 

Abaixo-assinado

Você pode transformar sua solidariedade em ação participando do abaixo-assinado nacional pela absolvição de Zé Maria. O chamado é para que todos e todas assinem e divulguem em suas entidades, local de trabalho, estudo e moradia.

“O ataque ao Zé é um ataque contra quem luta em defesa da Palestina. Ainda mais nesse momento onde temos a ameaça do PL da Tábata Amaral (PL 1424/26) prosperar, o que significa a consolidação do cerceamento à liberdade de expressão. Também é um grave precedente contra qualquer lutador desse país. Hoje perseguem quem critica Israel, amanhã poderá ser qualquer trabalhador em greve, sindicato, com qualquer crítica ao governo, regime e sistema”, diz trecho do documento.

Para acessar o documento clique aqui

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